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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Saúde e Ambiente na Escola: Desafios para o Futuro!

Realizou-se no dia 24/11/08 na Escola Profissional Amar Terra Verde (EPATV), o “I Fórum de Saúde Escolar "Ambiente e Saúde: Desafios para o Futuro!". Esta actividade foi organizada por alguns elementos da Equipa de Saúde Escolar (a saber, Paulo Martins, Técnico de Saúde Ambiental, Maria do Céu Morais, Enfermeira especialista em Saúde Comunitária e Anabela Alves, Enfermeira especialista em Saúde Comunitária) e a EPATV.

A cerimónia de abertura contou com presença do Coordenador da Sub-região de Saúde de Braga, Dr. Castro Freitas, do Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, Eng. José Manuel Fernandes, e do Director do Centro de Saúde de Vila Verde, Dr. Rogério Pinto da Costa.


Cerca de 200 alunos de todos os Agrupamentos de Escolas de Vila Verde, Escola Secundária e Escola Profissional Amar Terra Verde apresentaram as variadas actividades que desenvolvem nas suas escolas em prole do ambiente e da saúde. A partilha de experiências e conhecimentos entre alunos e professores e a valorização das suas iniciativas constitui de forma óbvia um incentivo para que continuem a empenhar-se na defesa do planeta, em geral e deles mesmos, em particular.

A meio da manhã foi servido um lanche com produtos oferecidos, para esta iniciativa, por algumas empresas, tal como a Nestlé, a Jolima, o Intermaché de Vila Verde e a Makro, no sentido de apresentar uma alimentação racional e equilibrada. O almoço foi confeccionado pelos alunos do curso de Restauração da EPATV.

No final do dia a EPATV ofereceu um saco com bolachas feitas pelos alunos e colocou à disposição os produtos oferecidos (iogurtes de várias qualidades, pequenos biscoitos e peças de fruta da época).

Na recta final, este Fórum contou com a intervenção do Professor Doutor Renato Henriques do Departamento de Ciências da Terra da Universidade do Minho.



quinta-feira, 6 de novembro de 2008

I Fórum de Estudantes sobre Saúde Escolar de Vila Verde - Saúde e Ambiente na Escola: Desafios para o Futuro!

Como alguns já devem saber, no dia 24 de Novembro deste ano, irá ser realizado, no Auditório da Escola Profissional Amar Terra Verde de Vila Verde, o I Fórum de Estudantes sobre Saúde Escolar de Vila Verde, cujo título é "Saúde e Ambiente na Escola: Desafios para o Futuro!"

O Fórum é dirigido a toda a comunidade escolar do Concelho de Vila Verde e será o continuar do projecto de comemoração, elaborado pela Unidade de Saúde Pública de Vila Verde, do Dia Mundial da Saúde de 2008, subordinado ao tema "A Protecção da Saúde dos Efeitos das Alterações Climáticas", e que teve o seu início com a abertura deste blog.

O programa deste Fórum é o seguinte:

9h00 – Sessão de Abertura
Director Geral da Escola Profissional Amar Terra Verde, Dr. João Luís Nogueira
Director do Centro de Saúde de Vila Verde, Dr. Rogério Pinto da Costa
Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, Eng. José Manuel Fernandes


9h45 – Teatro de Sombras “A gota de água”, Turma do 9.º C da EB 2,3 Pico de Regalados


10h10 – Um contributo para a sustentabilidade, Turma do 12º A da Escola Secundária de Vila Verde


10h30 – PAUSA PARA LANCHE SAUDÁVEL


10h50 – Planeta da Água, Turma do 8.º A e 8.º D da EB 2,3 Prado


11h10 – Brigadas Verdes, Escola Profissional Amar Terra Verde


11h30 – O nosso contributo em defesa do Ambiente, Turma do 9.º B da EB 2,3 Vila Verde


12h30 – ALMOÇO


14h00 – Projecto Eco-Escolas, Escola Profissional Amar Terra Verde


14h30 – Reciclar está na moda, Turmas do 8.º A e 8.ª B da EB 2,3 Ribeira do Neiva


15h00 – Ambiente Saudável, Turma do 8.º ano da EB 2,3 Moure


15h30 – Escola Sustentável, Turma do 9ºC da EB 2,3 Pico de Regalados

16h00 – Sessão de Encerramento e entrega de lembranças aos participantes
Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Ribeira do Neiva, Prof. Estevão Rodrigues da Silva
Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Moure, Prof. Armando Machado
Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Pico de Regalados, Prof. António Rodrigues
Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Prado, Prof. José António Peixoto
Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Vila Verde, Prof. António Augusto Amaro
Presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária de Vila Verde, Prof. Luís Monteiro
Autoridade de Saúde de Vila Verde, Dr. José Manuel Araújo

Poupar no pão, defendendo o ambiente, em Vila Verde

Publicado no Jornal Terras do Homem, edição de 2008/17/10:

"Um pão em troco de uma saca plástica.

A ideia, simples, nem por isso se revela lucrativa para o comerciante, mas também não é esse o objectivo, a meta passa por poupar o ambiente ao desgaste provocado pelo plástico deitado fora e abandonado a céu aberto.

No centro de Vila Verde há uma casa que oferece um pão a quem abdicar de levar os seus trigos numa saca plástica. Trata-se da padaria ‘Grupo Jovem’, onde quem optar por transportar o seu pão em saca de papel e de plástico se fica pelos 13 pães por cada euro. No entanto, aqueles que abdicarem do plástico optando por poupar o ambiente poderá levar 14 pães pela mesma moeda de um euro (o que dá numa média assinalável de sete cêntimos por unidade).

A triste realidade de sacas plásticas deitadas fora após um primeiro uso fez despoletar esta iniciativa em Manuel Arantes. "A ideia surgiu-me quando eu ia a passar em Navarra, Braga, e vi sacas minhas no lixo. Então pensei que, enquanto um pão na mão de um cliente pode durar dois minutos, um saca deitada fora por alguém pode poluir o ambiente durante centenas de anos", explicou o proprietário do Grupo Jovem. "Para mim é apenas mais um pão que ofereço, mas para o ambiente é uma melhoria muito maior", defende o mentor da ideia.

Mas, será que, na prática, se vendem mais pães ou continuam a sair, em demasia, as sacas plásticas? A eficácia parece comprovada no dia-a-dia: "As pessoas têm aderido e de que maneira, sou capaz de passar aqui uma hora a vender pão e todos os clientes optam por não levar saca de plástico", garante Manuel Arantes.Com sentido ecológico ou apenas para conseguir mais um pão, a verdade é que muitos vilaverdenses já mudaram de hábitos. “Muitos chegam mesmo a trazer sacas de pano de casa, ou então outras sacas plásticas que tenham vindo já das compras no supermercado", confessa o responsável pelo ‘Grupo Jovem’. "Se formos a ver, ainda existe uma casa que, para todos os efeitos, vende o pão a sete cêntimos e quem beneficia é o ambiente", sublinha.

Com o passar do tempo, talvez mais adeptos adiram a esta ideia. "Não tenho a mínima dúvida que a moda vai pegar quando for divulgada, já que o mesmo se passou quando se começou a fazer promoção ao pão na venda da dúzia de pão", acredita Manuel Arantes."

Localização da padaria Grupo Jovem

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Wake Up, Freak Out – then Get a Grip

Wake Up, Freak Out – then Get a Grip, um filme de animação realizado por Leo Murray que constitui um excelente trabalho de análise ao impacto do homem nas alterações climáticas do Planeta.



Para saber mais sobre o projecto, veja em http://wakeupfreakout.org/index.html.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Dia Mundial da Monitorização da Água-18/09

Hoje, 18 de Setembro, é oficialmente o Dia Mundial da Monitorização da Água, um projecto internacional de educação que tenta contribuir para a sensibilização pública e para o envolvimento na protecção dos recursos aquáticos, através do envolvimento dos cidadãos na monitorização de alguns parâmetros básicos da qualidade da água dos seus rios e ribeiros locais.

O Dia Mundial da Monitorização da Água é um programa da Federação Ambiental da Água (WEF - Water Environment Federation) e da Associação Internacional da Água (IWA - International Water Association). O principal objectivo do programa é aumentar a consciencialização e o envolvimento público na protecção da água no mundo. Formada em 1928, a WEF é uma organização técnica e educacional sem fins lucrativos com 32 000 membros e 80 Associações Afiliadas, representando mais 50 000 profissionais em qualidade de água por todo o mundo. WEF e as suas Associações membro têm orgulho em trabalhar para atingir a nossa missão que é a de preservar e melhorar o ambiente global da água.

Podes registar o teu local de monitorização, convidar outras pessoas para o teu programa de monitorização, adquirir “kits” de avaliação, submeter relatórios, e encontrar informação adicional sobre a participação no evento visitando o site http://www.worldwatermonitoringday.org/.

Podes, também, consultar a mensagem anterior aqui publica sobre este assunto aqui.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Semana Europeia da Mobilidade - 16 a 22 de Setembro de 2008



De 16 a 22 de Setembro os cidadãos europeus terão a oportunidade de gozar uma semana inteira dedicada à mobilidade sustentável. O seu objectivo é facilitar um debate alargado sobre a necessidade de mudanças de comportamentos em relação à mobilidade, especificamente no que se refere à utilização do automóvel particular. Como já é hábito, o Dia sem Carros (22/09) será o culminar das actividades de toda a Semana.


O tema apresenta-se como uma oportunidade

...para os municípios:
Este é um tema que incentiva os municípios a reafectarem espaço viário ao tráfego não motorizado e que acentua a necessidade de melhorar a qualidade do ar a nível local, o que representa uma das grandes preocupações da União Europeia e dos seus Estados-membros.
Por outro lado, podem ensaiar novas soluções de transporte, a fim de avaliar da sua viabilidade e popularidade.

Oferece uma excelente oportunidade para se reflectir sobre a que fins se devem verdadeiramente destinar as ruas das nossas urbes.

...para os cidadãos:
Podem questionar-se sobre como vêem a sua cidade e o que pretendem para o seu futuro. Ruído? Congestionamentos? Má qualidade do ar? ...Deve o ordenamento das ruas/bairros residenciais potenciar o tráfego motorizado ou, antes, ter em mente a sua utilização como espaço social?


segunda-feira, 7 de julho de 2008

Trabalhos sobre Saúde Ambiental

Aqui ficam alguns trabalhos sobre Saúde Ambiental desenvolvidos pelos alunos da EB 2,3 de Pico de Regalados.









Artigo enviado pela Prof.ª Eugénia Aragão.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Dê uma nova vida aos seus livros escolares usados!

Ora aí está uma boa ideia, que passamos a transcrever:
"Todos os anos são gastos milhares de euros na compra de novos livros escolares que deixam de ser necessários após 10 meses de utilização.
O Clube dos Livros quer ajudá-lo a rentabilizar o investimento feito no início da época escolar e a minimizar os custos com o arranque do próximo ano lectivo.
De igual modo, pretendemos conciliar o conceito de poupança ao de reutilização e de reciclagem, evitando assim o desperdício de papel e o abate desnecessário de árvores.
Actualmente, os livros escolares mantém-se actualizados durante um período que pode ir até 6 anos. Desta forma, em vez de deitar os seus livros fora, pode dar a oportunidade a outras famílias de reutilizarem esses livros escolares.
Através do Clube dos Livros pode dar uma nova vida aos seus livros escolares usados. Se tiver livros escolares reutilizáveis, ou seja, ainda em vigor e em bom estado, poderá receber 20% do seu preço. Todos os livros que se enquadrem nos critérios de qualidade e validade e que possam ser reutilizados serão disponibilizados para venda, no nosso site, com 50% de desconto sobre o preço do livro.
Se vender os seus livros escolares usados e comprar os livros para o próximo ano lectivo, através do nosso site, estará a reduzir em 70% o investimento anual que tem que aplicar na compra de livros escolares.
Para facilitar a entrega dos seus livros escolares usados, o Clube dos Livros, em parceria com a ENTRAJUDA e as Livrarias Bertrand, criou o Livrão e lançou a campanha «Dê uma nova vida aos seus livros escolares usados – Use o Livrão».Pode colocar os seus livros escolares usados nos Livrões (pontos de recolha) disponíveis na rede de Livrarias Bertrand, nas agências da Caixa Geral de Depósitos, nas lojas Pingo Doce e Feira Nova aderentes, para além de muitas escolas aderentes a este projecto.
Com a ajuda de todos os parceiros, conseguimos disponibilizar mais de 1.000 pontos de recolha, em Portugal Continental.
Por cada livro entregue, estará a apoiar a ENTRAJUDA na sua missão de solidariedade social e a ajudar o ambiente.
O Clube dos Livros pretende apoiar de uma forma activa toda a comunidade escolar - alunos, professores e encarregados de educação, através de um leque de iniciativas que estamos, neste momento, a desenvolver e que passo a passo iremos divulgar. Reutilize, Recicle e ajude... o ambiente e a ENTRAJUDA agradecem a sua iniciativa!"
Para mais informações consulte o sitio: www.clubedoslivros.com.
Este são os pontos de colheita, onde estão colocados os Livrões no Distrito de Braga:
  • AMARES
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    LARGO DA FEIRA NOVA 4720-011 AMARES
  • ARCOZELO-BARCELO
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    URBANIZACAO QUINTA DAS CALCADAS 4750-101 ARCOZELO-BARCELOS
  • AZURÉM
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    UNIVERSIDADE DO MINHO 4800-001 AZURÉM
  • BARCELINHOS
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    RUA PROFESSOR CELESTINO COSTA 429 4755-058 BARCELINHOS
  • BARCELOS
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    PRACA DE PONTEVEDRA 4750-328 BARCELOS
    Pingo Doce
    Rua Filipe Borges n.º 223 4750-292 BARCELOS
  • BRAGA
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    CAMPUS UNIVERSITARIO 4700-001 BRAGA
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    LARGO SAO FRANCISCO 38 4700-307 BRAGA
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    RUA CONSELHEIRO JANUARIO 165 4700-373 BRAGA
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    PRACA DA REPUBLICA 5 4710-305 BRAGA
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    RUA DOS GRANJINHOS 6 4704-506 BRAGA
    Escola Secundária Sá de Miranda
    Rua Dr. Domingos Soares 4710-290 BRAGA
    Feira Nova
    QUINTA DOS CONGREGADOS - S. VICTOR 4700 BRAGA
    Livraria Bertrand - Braga Parque - Loja 210
    Quinta dos Congregados 4710-427 BRAGA
    Pingo Doce
    Avenida Liberdade - Edifício Granjinhos 4710 BRAGA
  • CABECEIRAS BASTO
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    RUA ANTUNES BASTOS AO CAMPO DO SECO B 4860-363 CABECEIRAS BASTO
  • CALDAS TAIPAS
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    AVENIDA DA REPUBLICA 4800-380 CALDAS TAIPAS
  • CALENDÁRIO
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    RUA ALBERTO SAMPAIO 50 4760-111 CALENDÁRIO
  • CARANDA
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    RUA ARAUJO CARANDA 4 4710-223 CARANDA
  • CELEIRÓS
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    AVENIDA DO COVEDELO 5 4700-586 CELEIRÓS
  • CELORICO BASTO
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    AVENIDA JOAO PINTO RIBEIRO 4890-221 CELORICO BASTO
  • CERVA
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    AVENIDA DA TORRE S/N 4870-031 CERVA
  • CREIXOMIL
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    AVENIDA DE LONDRES 144 4835-066 CREIXOMIL
  • ESPOSENDE
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    LARGO DOUTOR FONSECA LIMA 20 4740-216 ESPOSENDE
  • FAFE
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    RUA JOSÉ RIBEIRO VIEIRA CASTRO, 42 4820-273 FAFE
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    PRACA 25 DE ABRIL 4820-142 FAFE
    Feira Nova
    CAVADAS - QUINCHÃES 4820-587 FAFE
  • GUALTAR
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    RUA DA LAMEIRA 15 4710-373 GUALTAR
  • GUIMARÃES
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    LARGO DO TOURAL 88 4814-507 GUIMARÃES
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    AVENIDA DOM JOAO IV 4810-531 GUIMARÃES
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    R DR EDUARDO ALMEIDA 162, 1ANDAR SALA C 4810-264 GUIMARÃES
    Livraria Bertrand - Guimarães Shopping - Loja 113 - 114
    Qta das Lameiras – Creixomil 4810-106 GUIMARÃES
  • JOANE
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    LARGO DA FEIRA S/N 4760-206 JOANE
  • LAMAÇÃES
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    AVENIDA DOUTOR ANTÓNIO ALVES PALHA 79 4710-200 LAMAÇÃES
  • MANHENTE-BARCELOS
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    LUGAR DE MAGROU 4750-561 MANHENTE-BARCELO
  • MAXIMINOS
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    RUA DO CAIRES 58 A 72 4700-207 MAXIMINOS
    Escola Secundária com 3.º Ciclo Maximinos
    Avenida Colégio Orfãos 4700 MAXIMINOS
  • MERELIM
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    LOTE A1 4700-860 MERELIM
  • MIRA PENHA
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    RUA PADRE ANTÓNIO CALDAS,1709 4810-246 MIRA PENHA
  • NOGUEIRA
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    RUA ARTUR GARIBALDI LT A RC DTO 4710-121 NOGUEIRA
  • PEVIDÉM
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    RUA DO AGOURO 1038 - D 4810-344 PEVIDÉM
  • PÓVOA DE LANHOSO
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    LARGO BARBOSA E CASTRO 74 4830-517 PÓVOA DE LANHOSO
  • PRADO
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    CASA DA BOTICA 4730-454 PRADO
  • RIBA DE AVE
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    RUA ANTÓNIO SÉRGIO, S/N 4765-213 RIBA DE AVE
  • SANTA TECLA
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    RUA DOUTOR FRANCISCO DUARTE S/N 4710-379 SANTA TECLA
  • SANTO ANTÓNIO
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    RUA CÂNDIDO DA CUNHA 196 4750-276 SANTO ANTÓNIO
  • SANTO TIRSO
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    RUA ANTÓNIO AUGUSTO PIRES DE LIMA, 25 4780-443 SANTO TIRSO
  • SAO ROM CORONADO
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    RUA DOUTOR DELIO SANTAREM 4745-561 SAO ROM CORONADO
  • SÃO VICTOR
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    AVENIDA PADRE JULIO FRAGATA, 103 4710-413 SÃO VICTOR
  • TERRAS DE BOURO
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    AVENIDA DOUTOR PAULO MARCELINO 4840-100 TERRAS DE BOURO
  • VIEIRA DO MINHO
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    RUA BARJONA DE FREITAS 4850-521 VIEIRA DO MINHO
  • VILA DAS AVES
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    RUA JOAO BENTO PADILHA 4795-076 VILA DAS AVES
    Pingo Doce
    Lugar do Quintão 4795 VILA DAS AVES
  • VILA NOVA DE FAMALICÃO
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    PRACA DONA MARIA II 896 4760-111 VILA NOVA DE FAMALICÃO
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    PRACA DONA MARIA II 1292, 1 ANDAR 4760-111 VILA NOVA DE FAMALICÃO
    Pingo Doce
    Rua D. Sancho I, 2/10 4760 VILA NOVA DE FAMALICÃO
  • VILA NOVA DE FAMALICÃO - ATLANTA PARK
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    AVENIDA DOUTOR CARLOS BACELAR 4800-103 VILA NOVA DE FAMALICÃO - ATLANTA PARK
  • VILA VERDE
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    PRACA DA REPUBLICA 23 4730-732 VILA VERDE
    Feira Nova
    AVENIDA MESQUITA GAVIÃO, N.º 206 - LUGAR DA TORRE 4730-010 VILA VERDE
  • VIZELA
    CGD - Caixa Geral de Depósitos
    AVENIDA BOMBEIROS VOLUNTARIOS 327 4815-394 VIZELA
    Feira Nova
    LUGAR DO POÇO QUENTE, PIA DAS NEVES - FREGUESIA DE S. JOÃO 4815 VIZELA

terça-feira, 24 de junho de 2008

Os peixes e os homens têm muitos pontos em comum

Maria João Rocha, professora e investigadora do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental e da CESPU – Cooperativa do Ensino Superior Politécnico e Universitário, foi convidada pela pela editora norte-americana Science Publishers para conceber e editar um livro na área da Fisiologia da Reprodução Animal. «Fish Reproduction» é o título assinado por Maria João Rocha, como 1º editor e encontra-se disponível para venda em vários distribuidores internacionais.

No último Sábado (21/06/2008), a propósito da edição deste livro, a autora foi entrevistada pela revista "NS'". Nessa entrevista, esta autora refere que o peixe e o homem são muito parecidos em vários aspectos, e que as alterações climáticas e os efeitos provocados pelo homem no meio ambiente, já estão a trazer alterações nos peixes, sendo que estas alterações podem provocar efeitos no homem.
Aqui ficam algumas linhas desta entrevista.
"(...)
NS'-O livro fala especificamente sobre animais aquáticos?
Maria João Rocha (MJR)-Sempre trabalhei com animais aquáticos, nomeadamente com peixes. São animais que englobam um número variadíssimo de espécies - à volta de 28 mil -, o que significa que a quantidade de trabalhos que podem realizar-se é enorme. Na primeira parte do livro tentei focar a parte da reprodução dos animais nos seus habitats normais. Foi por isso que tentei contactar pessoas que trabalham com animais no Árctico ou em zonas tropicais. Procurei também animais que são pouco falados do ponto de vista da reprodução em termos de publicações, como tubarões e os cavalos-marinhos.

NS'-Existem ainda muitos lugares onde o habitat não tenha grande interferência humana?
MJR-Não muitos, infelizmente. Mas ainda existem alguns. Aproveitamos enquanto existem porque as mudanças climáticas e a diminuição dos stocks marinhos podem levar à extinção de espécies, e todos sabemos que o peixe como alimento é fundamental para o desenvolvimento do homem. O homem só é homem porque fez uma alimentação rica em peixe. Há estudos publicados a demonstrar que a presença do homem na Terra só foi possível devido ao consumo de peixe.

NS'-Na segunda parte do livro foram verificar o que se passa em ambientes poluídos?
MJR-Sim, fomos ver os efeitos do ambiente poluído nas espécies, Analisando quais os mecanismos por detrás da infertilidade dos animais e que efeitos pode isso ter para o homem. Porque o peixe e o homem poderecem seres muito distantes na escala animal mas, a nível celular e molecular, têm muitos pontos em comum. Como estamos no topo da cadeia alimentar e nos alimentamos desses animais que, não sendo doentes, não são saudáveis a cem por cento, esse problema vai ser transmitido para nós próprios.

NS'-Qual o grau de contaminação que estamos a falar? Em Portugal há motivos para nos preocuparmos?
MJR-Há sempre motivos para nos preocuparmos quando vemos os nossos rios e mares a serem poluídos. Não há é motivo para alarmismos, porque não temos ainda dados suficientes em Portugal para entrar por esse caminho. É conhecido que a ingestão de animais contaminados leva ao aumento da incidência do cancro da próstata e da infertilidade, isso são dados publicados internacionalmente em países muito grandes. Na China, por exemplo. Em portugal, as coisas são mais controladas, existem estações de tratamento, não há tantos esgotos lançados para o ambiente sem tratamento, além de que não estamos a falar de tantas pessoas...Porque quem polui são os seres humanos, que lançam para os rios e cursos de água tudo aquilo que ingerem...desde medicamentos, que depois são eliminados pelas fezes e urina, produtos industriais...tudo isso forma uma espécie de coktail poluente que pode ser prejudicial.

NS'-Quando compra peixe, fá-lo de maneira completamente diferente das outras pessoas?
MJR-Sim...Vejo os sítios de onde vem. Se é do Pacífico é melhor, porque à partida tem menos poluição.
NS'-Pode dar-nos algumas dicas?
MJR-O Atlântico Norte tem alguns possíveis problemas por causa das plataformas petrolíferas. Aqui a costa portuguesa, à partida, não tem problema nenhum. Procuro sempre ver se é de zonas que eu já sei que são mais problemáticas e fujo mais, mas se calhar é uma questão pessoal...
(...)"

terça-feira, 17 de junho de 2008

Desertificação pode avançar 1 km por ano

O relatório, elaborado pela organização global de defesa da natureza World Wide Fund for Nature e pelo Centro de Ecologia Aplicada Professor Baeta Neves do Instituto Superior de Agronomia, aborda um cenário de gestão adequada do sobreiro e outro de gestão inadequada.
No cenário de gestão inadequada dos povoamentos de sobreiro e não concretização do potencial de expansão da espécie, em 2020 os indicadores de densidade e de área florestal continuarão a regredir, de acordo com as conclusões antecipadas pelo WWF. O documento precisa que 40% dos povoamentos terão menos de 40 sobreiros por hectare e somente 15% deles terão mais de 80 árvores por hectare, sendo de 1% a taxa anual de regressão da floresta, o que conduzirá a avanço da desertificação a uma taxa superior a mil metros por ano. O relatório acentua a importância do sobreiro como "instrumento fundamental" no combate à desertificação, devido à elevada biodiversidade gerada pelo montado e pelos bosques de sobreiro, à sua grande capacidade de produção de matéria orgânica e à sua eficiência na retenção e infiltração de água no solo. Lançamento de um programa de protecção integrada do sobreiro contra pragas e doenças, expansão e a aplicação da certificação florestal (que beneficia apenas 6% da floresta portuguesa) e desenvolvimento do mercado de carbono (compensação financeira pela plantação e manutenção de folhosas como "sumidouros" deste gás) são medidas propostas. Se for conseguida a gestão adequada das áreas de sobreiro, através de boa práticas que assegurem a sua regeneração natural e invertem a sua diminuição, o relatório prevê um cenário mais optimista: em 2020, os níveis de densidade de 1995 poderão ser repostos, pois apenas 20% dos povoamentos terão menos de 40% por hectare e metade deles terão mais de 80. A expansão do sobreiro corresponde a uma "estratégia activa face a um cenário de alterações climáticas irreversível", pelo que o estudo dá prioridade à instalação da espécie (além de pinheiro manso e azinheira), nomeadamente nos distritos de Beja, Évora, Portalegre, Setúbal e Coimbra. Num cenário de expansão do sobreiro, "numa estratégia de adaptação da floresta às alterações climáticas e prevendo-se a manutenção da actual taxa nacional de esforço de arborização de 1%/ano, em 2020 verificar-se-á o aumento de cerca de 20% da actual área de distribuição da espécie, contribuindo para a manutenção da fronteira da desertificação próxima dos limites actuais", acrescenta o relatório da WWF. Se não forem tomadas medidas contra a diminuição da área ocupada pelo sobreiro dentro de 12 anos, o avanço da desertificação em Portugal vai ser superior a mil metros por ano, segundo um relatório que vai ser apresentado hoje em Lisboa.

Nota: Notícia publicada pelo "Jornal de Notícias", edição de 2008/06/17

terça-feira, 27 de maio de 2008

Portugal Verde

Entre os dias 28 de Maio e 1 de Junho, vai decorrer na Cordoaria Nacional - Lisboa, o Salão Internacional de Empresas, Marcas, Produtos e Consumidores Amigos do Ambiente, denominado "Portugal Verde'08".
No sitio do evento (http://www.portugalverde.org/), encontramos os objectivos deste Salão:

  • Mostrar aos cidadãos quais são as empresas e marcas que desenvolvem esforços no sentido da preservação do ambiente, seja através da criação de novos produtos e serviços amigos do ambiente, seja na adopção de práticas de responsabilidade social e de uma gestão eco-eficiente para que a sua actividade tenda a reduzir o impacto na natureza, o consumo de recursos e, ao mesmo tempo, melhore o valor do produto ou serviço para o consumidor.
  • Aumentar a consciência ambiental dos portugueses transformando-a num valor quotidiano e consagrando-a como um critério de escolha de marcas e produtos. Reforça as suas competências e capacidade de escolha em prol da sustentabilidade, sensibilizando-os para preferirem os produtos e serviços mais amigos do ambiente.
  • Proporcionar às empresas ambientalmente responsáveis uma oportunidade de criação de novas possibilidades de negócio com clientes ambientalmente conscientes. Reforça a sua imagem institucional e contribui para fidelizar e conquistar novos clientes.

Paralelamente, irão decorrer várias conferências sobre sustentabilidade ambiental.

Pena que seja longe...De qualquer maneira, quem esteja por aqueles lados entre 28 de Maio e 1 de Junho, vale a pena dar uma saltada à Cordoaria Nacional.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Impacto ambiental zero

De forma a consciencializar as pessoas da sua pegada ecológica, e de como diminuir esse impacto no ambiente, a marca de automóveis OPEL tem um projecto que poderá encontrar em http://www.impactozero.com/. Neste sitio poderá determinar o tamanho da sua pegada ecológica, bem como descobrir formas de diminuir a poluição na condução automóvel.
Além disso, este é um projecto móvel que passará pelo Centro Comercial Braga Parque em Braga, nos dias 6, 7 e 8 de Junho entre as 10h e as 24h.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Dia Mundial da Monitorização da Água

O Dia Mundial da Monitorização da Água é um programa da Federação Ambiental da Água (WEF - Water Environment Federation) e da Associação Internacional da Água (IWA - International Water Association).

O principal objectivo do programa é aumentar a consciencialização e o envolvimento público na protecção da água no mundo. Formada em 1928, a WEF é uma organização técnica e educacional sem fins lucrativos com 32 000 membros e 80 Associações Afiliadas, representando mais 50 000 profissionais em qualidade de água por todo o mundo. WEF e as suas Associações membro têm orgulho em trabalhar para atingir a nossa missão que é a de preservar e melhorar o ambiente global da água.

Através da sua rede de peritos, constituída por investigadores, técnicos de entidades gestoras, reguladores, consultores e fabricantes, a IWA atende às especificidades locais que os desafios
globais apresentam nas comunidades de todo o mundo para criar conhecimento mais abrangente e soluções integradas e sustentáveis. A IWA congrega 130 países diferentes, de todas as regiões do mundo, incluindo países desenvolvidos e em desenvolvimento.

O que é necessário para fazer parte do Dia Mundial da Monitorização da Água?

  1. Registe o seu local. Escolha um lago, um rio, uma baía, ou qualquer outro meio aquático onde se possa facilmente fazer umamonitoração. O registo é feito no sítio de internet do Dia Mundial da Monitorização da Água a partir de 1 de Junho.
  2. Prepare o seu equipamento para a Monitorazacao. Utilize o seu próprio equipamento ou adquira um “kit” simples de usar através do sítio do Dia Mundial da Monitorização da Água. Cada “kit” contém um manual de instruções.
  3. Monitoriza o teu local. Convida outros para te ajudar a monitorar ou faça tudo sozinho. Visita o teu local de monitorização a qualquer momento de 18 de Setembro a 18 de Outubro para avaliar a qualidade de água. Lembra-te, Segurança em Primeiro! (visita a página da internet do Dia Mundial da Monitorização da Água para informações de segurança).
  4. Compila a sua informacao e dados. Realizaste a tarefa, então deixe-nos saber sobre o estado da qualidade da tua água. Podes enviar os teus resultados através do sítio do Dia Mundial da Monitorização da Água a partir de 18 de Setembro até 18 de Dezembro.
Podes registar o teu local de monitorização, convidar outras pessoas para o teu programa de monitorização, adquirir “kits” de avaliação, submeter relatórios, e encontrar informação adicional sobre a participação no evento visitando o site http://www.worldwatermonitoringday.org.


sexta-feira, 16 de maio de 2008

Nostrum - Associação de Defesa do Património Ambiental

Aqui ficam algumas ideias desenvolvidas pela Associação de Defesa do Património Ambiental - NOSTRUM, cujo sítio podem consultar aqui.
No seu sítio, pode-se ler que esta Associação nasceu nas "Caldas da Rainha, mas pretende operar e preocupar-se com toda a zona costeira e respectiva bacia de drenagem, entre Peniche e S. Martinho do Porto. Esse foi o motivo que agregou um conjunto de vontade que, de uma maneira ou de outra, sentem o peso da responsabilidade e a certeza que ainda é possível continuar a viver neste planeta e, de um modo particular, nesta zona, desde que todos nos empenhemos nisso. As pessoas que aqui se juntaram, vêem dos mais diversos sectores, tanto intelectuais, como científicos, empresariais e estudantes, amadores e amantes da defesa do ambiente, de um modo geral, são uma parte da sociedade que tem plena consciência de que é imperioso fazer alguma coisa."
Vale a pena, sem dúvida, seguir o exemplo!

Já agora sugerimos, também, uma visista ao sítio do ABCiência, onde podem encontrar diversas ideias e videos que podem enriquecer os nossos conhecimento sobre a ciência do dia-a-dia.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Dia Mundial da Terra

Ontem, dia 22 de Abril, comemorou-se o DIA MUNDIAL DA TERRA pelo que é justo que paremos para reflectir nos graves problemas que afectam o nosso Planeta (aumento da temperatura, extinção de milhares de espécies, aumento do nível das águas dos oceanos e as consequentes inundações das zonas costeiras, diminuição da água potável disponível, entre muitos outros) e nas causas desses problemas – a Humanidade (o Homem).


É urgente que tomemos consciência que os recursos naturais são tão nossos como o são das gerações futuras, o que nos confere o direito de usar mas não o direito de destruir, por outro lado dá-nos a responsabilidade de o preservar.


Assumamos, hoje, um compromisso: fazer com que todos os dias do ano sejam “Dias Mundiais da Terra”, adoptando pequenas mudanças nas nossas atitudes diárias (pequenas mudanças para nós – grandes mudanças para o ambiente).




Vamos poupar energia:





  • Abra o frigorífico apenas as vezes necessárias e mantenha-o aberto o menos tempo possível;

  • Use lâmpadas economizadoras;

  • Opte por janelas com vidros duplos para conservar o calor;

  • Utilize os transportes públicos;

  • Desligue o computador e a impressora quando terminar o horário de trabalho;

  • Desligue os aparelhos no botão em vez de desligar no comando;

  • Evite abrir a porta do forno durante o cozinhado;

  • Retire os alimentos do congelador atempadamente de forma a terem tempo de descongelar sem recorrer ao microondas;

  • Baixe o lume dos cozinhados após estes iniciarem a sua fervura;

  • Desligue o lume um pouco antes de terminar o cozinhado, pois o calor presente no tacho é suficiente para acabar de cozer os alimentos;

  • Seque a sua roupa ao sol/ vento, sempre que possível;

  • Ligue as máquinas de lavar roupa e louça só quando estiverem cheias e utilize os programas de mais baixa temperatura;

  • Faça uma condução regrada sem grandes acelerações e travagens.


Vamos poupar água:





  • Evite lavar o automóvel ou o terraço com a mangueira, use balde e esponja/ vassoura;

  • Ponha um balde para aproveitar a água, enquanto espera que a água quente chegue ao chuveiro. Aproveite esta água para lavagens, para a rega de plantas…

  • Tome duche em vez de banho de imersão; com o duche poupa na água e no aquecimento;

  • Não deixe a torneira aberta enquanto lava os dentes ou as mãos;

  • Concerte as torneiras que pingam (uma torneira a pingar todo o dia gasta cerca de 190 litros de água);

  • Regule o esquentador ou termoacumulador para uma temperatura próxima da necessária;

  • Regue o jardim de manhã, porque a evaporação é menor;

  • Utilize para rega água da chuva, água de cozer vegetais ou a água reservada no duche;

  • Coloque a máquina a lavar com a carga cheia e com a quantidade de detergente adequada;

  • Não deite papéis nem outro lixo para a sanita e evite descargas desnecessárias.
  • Vamos produzir menos resíduos:




  • Não utilize louça descartável;

  • Prefira os guardanapos de pano aos de papel;

  • Para transportar as suas compras utilize sacos de pano;

  • Dê preferência ao uso de concentrados de sumo;

  • Reutilize os sacos várias vezes e quando não se encontrarem em boas condições, use-os para colocar os resíduos;

  • Para guardar os alimentos, utilize embalagens de vidro ou plásticas reutilizáveis;

  • Se tiver a possibilidade leia as notícias na internet;

  • Imprima unicamente os documentos que necessita em suporte de papel, dê preferência aos arquivos digitais;

  • Utilize toners reciclados;

  • Use as duas páginas das folhas;

  • Reutilize pequenas embalagens para guardar os objectos pequenos;

  • Use pilhas recarregáveis;

  • Adquira produtos em embalagens recarregáveis;

  • Adquira embalagens de tamanho familiar em detrimento das embalagens individuais;

  • Evite produtos descartáveis;

  • Adquira produtos avulsos, dispense as embalagens;

  • Reutilize papéis e fitas de embrulho;

  • Evite a utilização de película aderente e de papel de alumínio.

Há ainda que atender que estas atitudes preservam não só os recursos naturais, como também os recursos económicos das nossas famílias.

Se todos nós fizermos um pequeno esforço, os resultados serão grandiosos!!!!



Elaborado por Patrícia Marques, Técnica de Saúde Ambiental

terça-feira, 22 de abril de 2008

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Green cork

Comece já hoje a juntar as suas rolhas de cortiça! A partir de dia 22 de Abril (Dia da Terra) será iniciada a recolha nos restaurantes.
No Dia 5 de Junho (Dia Mundial do Ambiente) já poderá colocar as suas rolhas nos "Rolhinhas" dos Hipermercados Continente.
Posteriormente iremos alargar a outros locais.
Assiste-se, actualmente, a uma grande pressão sobre as rolhas de cortiça, produto vital na cadeia de valor acrescentado que beneficia as comunidades rurais e que garante igualmente a sustentabilidade económica de todas as aplicações de cortiça. Esta pressão provém de produtos alternativos (vedantes sintéticos e cápsulas de alumínio), que são derivados do petróleo e do alumínio, indústrias ambientalmente nocivas. Há, pois, que defender a rolha de cortiça como produto que garantiu e deverá continuar a garantir a manutenção do montado de sobreiros, um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do continente europeu e que se estima absorver, por ano, 4,8 milhões de toneladas de CO2, um dos principais gases causadores do efeito estufa e do consequente aquecimento global.
Como a cortiça é a própria casca da árvore, também retém CO2 e ao ser reciclada, evitam-se emissões deste gás para a atmosfera, contrariamente ao que acontece quando se decompõe ou é incinerada.
O GREEN CORK é um Programa de Reciclagem de Rolhas de Cortiça desenvolvido pela Quercus, em parceria com a Corticeira Amorim, a Modelo/Continente e a Biological. Tem como objectivo não só a transformação das rolhas usadas noutros produtos, mas, também, com o seu esforço de reciclagem, permitir o financiamento de parte do Programa “CRIAR BOSQUES, CONSERVAR A BIODIVERSIDADE”, que utilizará exclusivamente árvores que constituem a nossa floresta autóctone, entre os quais o Sobreiro, Quercus suber.
O projecto foi construído tendo por base a utilização de circuitos de distribuição já existentes, o que permite obtermos um sistema de recolha sem custos adicionais, que possibilita que todas as verbas sejam destinadas à plantação de árvores. Tudo isto sem aumentar as emissões de CO2!
As rolhas de cortiça recicladas nunca são utilizadas para produzir novas rolhas, mas têm muitas outras aplicações, que vão desde a indústria automóvel, à construção civil ou aeroespacial.
A internacionalização do projecto está já a ser negociada. Em breve, as rolhas usadas de outros países europeus começarão a ser recicladas em Portugal, dentro de um esquema montado a partir daqui, resultando num contributo adicional para o esforço de reflorestações e conservação de florestas autóctones portuguesas.
Este exemplo único de exploração de uma floresta autóctone, que conseguiu ao longo dos tempos conciliar criação de riqueza, serviço ambiental e impacto social positivo, irá agora completar este ciclo, renovando a própria floresta que esteve na sua origem.
Mais informações em http://www.earth-condominium.com/

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Sustentabilidade e Educação Ambiental, um contributo para a sustentabilidade ambiental

Resumo
O planeta apresenta sinais de “doença”, pelo que é necessário intervir urgentemente para o “tratar” e evitar danos mais profundos. Não obstante esta necessidade, observamos comportamentos reveladores de pouca preocupação com o ambiente e com a sustentabilidade do planeta. Dado que as causas destas “patologias” são os comportamentos humanos, uma via para resolver o problema é a Educação Ambiental (Legan, 2004). É necessário que os alunos, futuros cidadãos, aprendam a cuidar melhor do seu meio. Se aprenderem a cuidar dos micro ambientes (na escola) estarão aptos a seguir a máxima do movimento ecologista que é “pensar globalmente e agir localmente”. Neste contexto, este grupo de trabalho decidiu desenvolver o tema “Sustentabilidade e Educação Ambiental”, ao nível do espaço-escola. Contribuiremos, através do somatório de pequenos gestos diários, para melhorar o futuro da Terra e “contaminaremos” a comunidade envolvente. Realizaremos um diagnóstico das práticas inadequadas, comunicaremos os resultados à comunidade escolar e, por fim, apresentaremos um plano de intervenção.

1. Introdução
Não obstante o reconhecimento da importância da educação ambiental (EA) como factor decisivo no “estado de saúde” do planeta e, por consequência, das populações, e o avanço no conhecimento científico neste domínio, a sua influência na adopção de comportamentos adequados parece não ter tido um grande impacte. Efectivamente, as “doenças do planeta” continuam a aumentar.
Por outro lado, e apesar de todas as recomendações para que a escola se envolva na promoção da EA (Guimarães, 1995; Carapeto, Alves e Caeiro, 1999; Legan, 2004), observamos diariamente comportamentos reveladores de pouca sensibilidade para este tema e atitudes de indiferença em gestos diários, como ligar um interruptor de luz, numa sala de aula, num belo dia de sol.
Neste contexto, o grupo responsável pelo presente trabalho decidiu desenvolvê-lo intervindo ao nível do espaço-escola, por constituir objecto de estudo de fácil acesso, pelo facto de este espaço integrar grande parte da vida do quotidiano de alunos, professores e funcionários, sendo por isso importante que seja, além de um espaço de qualidade, um local onde não se pode perder a oportunidade de promover a educação ambiental, clarificando conceitos, fomentando valores, de forma a desenvolver atitudes racionais, responsáveis e solidárias entre os homens (Uzell, 1996; Guimarães, 1995).
O somatório de pequenos gestos individuais diários de uma comunidade escolar contribui para o desenvolvimento sustentável. Por pensarmos assim, desenvolveremos um conjunto de actividades, a decorrer em várias etapas (Guimarães, 1995), que passamos a descrever.

1 – Fase de Diagnóstico
1.1- utilizando listas de verificação:
1.1.1- é analisado o consumo de água, fazendo um levantamento das torneiras que perdem água, devido a um funcionamento inadequado, analisando-se também a quantidade de água dispendida nas descargas dos autoclismos e nos duches;
1.1.2 – é analisada a eficiência energética de todos os espaços da escola, relativa à iluminação, à estrutura e isolamento do edifício, à climatização, aos computadores, às máquinas fotocopiadoras, aos electrodomésticos (frigoríficos, máquinas de lavar loiça, estufas de laboratório, etc.) e ao aquecimento de água;
1.1.3 – são analisadas as práticas ambientais, verificando se há separação diferenciada dos resíduos sólidos (papel, embalagens, pilhas, toners, tinteiros,…) e registar o destino dos restos orgânicos produzidos na cozinha e nos jardins; é, ainda, verificado se há aproveitamento da energia solar.

1.2 - utilizando aparelhos de medição:
1.2.1 - é analisada a qualidade do ar nas salas de aulas, utilizando sensores de medição de CO2 atmosférico.

2- Fase de Intervenção
2.1 - Comunicação dos resultados do diagnóstico, a toda a comunidade escolar:
2.1.1 – através da página web da escola;
2.1.2 – pela equipa responsável pelo desenvolvimento deste projecto, numa actividade tradicional da escola designada “Feira da Saúde”, a 15 e 16 de Abril.

2.2 - Plano de Acção:
2.2.1 - é dado a conhecer, em primeiro lugar, ao Conselho Executivo da Escola, dado que este órgão é responsável pela gestão financeira da escola e é a quem compete tomar medidas que envolvem recursos económicos;
2.2.2 – é dado a conhecer seguidamente, à restante comunidade educativa, propondo medidas de actuação no sentido de alteração de comportamentos (por exemplo: através da utilização de lembretes para colocação junto aos interruptores, mensagens no clube da rádio da escola, …);
2.2.3 – propor formação/sensibilização para os funcionários da escola, com o objectivo de estes desenvolverem práticas ambientais adequadas, nomeadamente a separação diferenciada do resíduos sólidos e o respectivo transporte até aos ecopontos próximos da escola, assim como a promoção da compostagem como processo de reutilização de materiais orgânicos produzidos na escola;
2.2.4 – candidatar este projecto a apoios financeiros através de programas comunitários e/ou nacionais, para tentar implementar as medidas consideradas economicamente mais dispendiosas;
2.2.5 – estabelecer parcerias com diversas entidades (por exemplo, com a Câmara Municipal local, para dar um contributo à Agenda 21 Local).

2.3 – Execução
Após a apresentação do plano de acção, procuraremos envolver toda a comunidade educativa (professores, alunos e funcionários), para que em conjunto se desenvolvam esforços necessários à formação de indivíduos que sejam capazes de adoptar gestos adequados a um estilo de vida gerador de sustentabilidade conscientemente assumido.
A monitorização das medidas implementadas será realizada por uma equipa de alunos envolvidos neste projecto, à qual se poderão associar outros elementos, que terá a tarefa de verificar, monitorizando, as medidas que foram necessárias implementar, para resolver cada um dos problemas detectados de forma continuada.
Nesta fase contamos com a participação de um Técnico de Saúde Ambiental (Paulo Martins), do Centro de Saúde de Vila Verde, ao abrigo de uma parceria já existente, e na qual desempenhará o papel de consultor.

3. Considerações Finais
O presente trabalho fundamenta-se na convicção de que a metodologia adoptada constitui uma ferramenta para contribuir para a sustentabilidade ambiental. Alicerça-se, também, na pretensão de desenvolver um projecto que promova a criação do hábito de participação activa e de adopção de comportamentos diários simples no quotidiano, ao nível individual, e que seja difundido à esfera familiar e, por contágio, ao nível comunitário. Para além disso, como não nos satisfaz apenas trabalhar valores “Verdes”, esperamos possibilitar aos nossos alunos o questionamento crítico de valores estabelecidos pela sociedade (por exemplo, o consumismo), aspirando que se reflicta na prática.
A educação para a sustentabilidade não pode ser desenvolvida apenas através de actividades pontuais numa disciplina, ou até de alguns dias ou semanas, mas vivida dia-a-dia para que, num ambiente propício, gere eficácia (Guimarães, 1995). Esta continuidade do projecto será obtida através da formação de equipas de alunos de monitorização, de diversos níveis de escolaridade, que se irão renovando à medida que os mais velhos saem da escola.
No momento, a primeira etapa do projecto – diagnóstico – encontra-se na sua fase final, revelando alguns dados que contrariam as boas práticas ambientais, que nos permitem antever a necessidade de apresentar e executar um plano de acção.
Passos decisivos têm sido dados à escala mundial através do estabelecimento de importantes protocolos de entendimento entre muitos países, como é o caso do Tratado de Quioto de 1997 (Decisão 2002/358/CE). Numa primeira fase este acordo internacional estabelece que a UE e outros países desenvolvidos devem reduzir as suas emissões de CO2 e de outros gases com efeito de estufa, o que permitirá não só melhorar a qualidade do ar mas também obter a garantia da perenidade dos equilíbrios ecológicos, da diversidade da vida e dos recursos naturais, sem comprometer a satisfação das nossas necessidades de forma sustentada. Mas, para tal, é preciso que nas nossas actividades quotidianas se afirme uma atitude individual de protecção ambiental. Ora, tal desiderato não se alcançará se neste esforço, que é, afinal, o de devolver à Terra o seu equilíbrio e procurarmos as vias possíveis da sua sustentabilidade, não estiverem envolvidas as nossas crianças e os nossos jovens (OCDE, 1992; Uzzell et al., 1996). Este é o nosso pequeno contributo para atingirmos essa finalidade.

4. Bibliografia
- Carapeto, C., Alves, F. e Caeiro S. (1999). Educação Ambiental. Universidade Aberta.
- Decisão 2002/358/CE, Nações Unidas de 16 de Dezembro de 2006 (Protocolo de Quioto da Convenção-Quadro).
- Guimarães, M. (1995). A dimensão ambiental da educação. Campinas, SP: Papirus.
- Legan, L. (2004). A escola sustentável: eco-alfabetizando pelo ambiente. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paul ; Pirenópolis, GO: IPEC - Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado.
- OCDE (1992). Ecologia e Escola. Porto: Colecção Horizontes, Didáctica-ASA.
- The Earth Works Group (1993). Trinta coisas simples que você pode fazer com energia para salvar a Terra. Lisboa: Difusão Cultural.
- Uzzell, D., Davallon, J., Fontes, P., Gottesdiener, H., Jensen, B., Kofoed, J., Uhrenholdt, G., Vognsen, C. (1996). As Crianças como Agentes de Mudança Ambiental. Porto: Campo das Letras.
Autores:
Fernanda Costa, Glória Lopes, Manuela Lago, Hélder Pereira, Maria Beatriz Santos, Paulo Martins, João Costa, Luís Costa, Raquel Painço, Sara Antunes, Vanessa Cunha
Escola Secundária de Vila Verde